04 janeiro, 2007
03 janeiro, 2007
25 dezembro, 2006
Cartas de amor... Até a minha avó as tem
Era uma carta dobradinha que dizia dou-te o meu coração e a chave para o abrir; não tenho mais que te dar, nem tu mais que me pedir.
A minha avó? Uma quebra corações.
A minha avó? Uma quebra corações.
17 dezembro, 2006
12 dezembro, 2006
Pequena parte d'As Grandes Questões
Tenho vindo a observar uma série de situações e há uma questão que ocupa um imponente lugar n'As grandes questões da minha vida. É um problema derivado da questão dos Desenhos Animados barra Banda Desenhada. Chama-se Bigorna.
Alguém me explica porque motivo cai sempre uma bigorna em cima da cabeça de alguma personagem desenhada?
Alguém me explica porque motivo cai sempre uma bigorna em cima da cabeça de alguma personagem desenhada?
06 dezembro, 2006
Antes de abrir, quis que soubesses que (gostasses ou não) o fiz com carinho. Cada tira de fita-cola que cortavas do embrulho, eu ficava mais ansiosa por ver como reagias quando visses o que te fiz. Sorriste e deste-me um abraço. Disseste que me amavas.
"Joana Mateus '06" pareceu-me impessoal. Mas é assim que assino sempre... Resolvi deixar sem assinatura. Haja o que houver, aquela silhueta será sempre a nossa. A minha e a tua. Ainda que... ainda que nada! Eu sou aquela da pintura e tu estás mesmo ali, encostado a mim.

Parabéns, André.
"Joana Mateus '06" pareceu-me impessoal. Mas é assim que assino sempre... Resolvi deixar sem assinatura. Haja o que houver, aquela silhueta será sempre a nossa. A minha e a tua. Ainda que... ainda que nada! Eu sou aquela da pintura e tu estás mesmo ali, encostado a mim.

Parabéns, André.
23 novembro, 2006
Eu também já tive 13 anos
Quanto mais dourado,
Quanto mais lésbicas,
Quanto mais purpurinas,
Quanto mais palavrões,
Quanto mais Hello Kitty's,
Quanto mais cabelo para o lado,
Quanto mais beijinhos,
Quanto mais gritos,
Quanto mais sorrisos falsos,
Quanto mais decotes,
Quanto mais maquilhagem,
Quanto mais artificiais forem as madeixas,
Quanto mais curtas forem as roupas,
Quanto mais lésbicas,
Quanto mais purpurinas,
Quanto mais palavrões,
Quanto mais Hello Kitty's,
Quanto mais cabelo para o lado,
Quanto mais beijinhos,
Quanto mais gritos,
Quanto mais sorrisos falsos,
Quanto mais decotes,
Quanto mais maquilhagem,
Quanto mais artificiais forem as madeixas,
Quanto mais curtas forem as roupas,
Melhor.
16 novembro, 2006
15 novembro, 2006
O medo pode aprisionar-te; A esperança liberta-te
"Até hoje não faço ideia do que cantavam aquelas senhoras italianas. A verdade é que não quero saber. Há coisas que é melhor não desvendar. Agrada-me pensar que cantavam acerca de algo tão lindo, que não pode ser exprimido por palavras, e por isso mesmo nos toca no coração. Eu digo-vos que aquelas vozes voaram mais alto e mais longe que alguém num lugar cinzento ousa sonhar. Foi como se um lindo pássaro entrasse na nossa jaula e fizesse desaparecer aquelas muralhas e por um brevissimo momento todos os homens de Shawshank se sentissem livres."

"Ou pegamos a vida de caras ou nos decidimos a morrer. Pela segunda vez na minha vida, sou culpado de um crime. Violação da liberdade condicional. Claro que duvido que bloqueiem as estradas à minha procura. Por causa de um velho criminoso como eu, não. Estou tão excitado que mal paro quieto ou me concentro. Acho que é a excitação que só um homem livre pode sentir. Um homem livre no início de uma grande jornada cuja conclusão é incerta. Espero que o Pacífico esteja tão azul como nos meus sonhos. Espero..."
No melhor filme. "Os Condenados de Shawshank"
"Ou pegamos a vida de caras ou nos decidimos a morrer. Pela segunda vez na minha vida, sou culpado de um crime. Violação da liberdade condicional. Claro que duvido que bloqueiem as estradas à minha procura. Por causa de um velho criminoso como eu, não. Estou tão excitado que mal paro quieto ou me concentro. Acho que é a excitação que só um homem livre pode sentir. Um homem livre no início de uma grande jornada cuja conclusão é incerta. Espero que o Pacífico esteja tão azul como nos meus sonhos. Espero..."
No melhor filme. "Os Condenados de Shawshank"
10 novembro, 2006
O oitavo dia dez
Não acredito na eternidade nem no infinito. E ainda bem, ainda era capaz de me magoar. Acredito que te amo. Amo-te agora e não sei como será amanhã. E se hoje for o último dia, não quero que nada fique por dizer. Cá está.
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